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ISECENSA no Projeto Mini Baja

ISECENSA no Projeto Mini Baja

Criado na Universidade da Carolina do Sul, Estados Unidos, sob a direção do Dr. John F.Stevens, o Projeto Mini Baja tem como objetivo projetar e criar um veículo off-road através da aplicação prática dos conhecimentos adquiridos pelos acadêmicos, em sala de aula. O veículo deve ser capaz de operar seguramente sobre terrenos acidentados, incluindo pedras, areia, troncos de árvore, lama, grandes inclinações e lâminas de água em qualquer ou todas as combinações e em qualquer condição climática e, ainda, ter tração suficiente para vencer os obstáculos e distância adequada do solo.

Embora a primeira competição tenha sido realizada em 1976, no Brasil ela estreou em 1995 e, desde então, tem crescido gradativamente, tornando-se uma das mais importantes atividades extracurriculares para estudantes de engenharia.

O ISECENSA aderiu ao projeto em 2015, a partir do V CICC - Congresso Internacional do Conhecimento Científico, realizado pela instituição. Desde então, foi formada a equipe ISEBAJA, com alunos do curso de Engenharia Mecânica que, embora recebam orientação do professor, são 100% responsáveis pela execução do projeto.

- A interferência do professor é mínima, apenas para auxiliar à algumas conclusões. Por isso, é importante que os membros da equipe sejam pró-ativos e motivados - diz Silas Alvarenga, um dos coordenadores do ISEBAJA.

Multidisciplinar, o projeto exige conhecimentos de metrologia, estrutura metálica, materiais, processos de fabricação, normas técnicas e uma constante pesquisa de novas tecnologias. No Isecensa, o projeto estrutural do veículo é desenvolvido no Laboratório de Solid Work e conta com total apoio da direção. "É um projeto audacioso mas possível diante da infra-estrutura da instituição e o investimento que ela destina a ele", afirma Silas.

O desenvolvimento do ISEBAJA possibilitará que os alunos do Isecensa participem da competição BAJA SAE, coordenada pela SAE Brasil e responsável pelas normas e premiação do concurso que acontece anualmente e reúne várias instituições de ensino superior. Durante a competição, as equipes são submetidas a provas que avaliam o projeto (cálculos, análises, resultados de testes, custos etc) e desempenho (aceleração, velocidade máxima, tração e suspensão, enduro de resistência).

Além de todo conhecimento adquirido, o projeto promove, ainda, uma interação entre os futuros engenheiros. É comum a troca de experiências entre as equipes das universidades participantes e, frequentemente, são organizadas visitas onde são discutidas as melhores técnicas a serem utilizadas e diversos pontos pertinentes à construção do veículo.

- Tudo isso aproxima o aluno do exercício prático da profissão e possibilita uma relação mais estreita com profissionais da área e empresas do setor. Isso contribui para a formação de profissionais diferenciados, tornando-se um valioso passaporte para o mercado de trabalho - diz Silas.